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Antidepressivos

  • Inibição da monoamina-oxidase (MAO), pela hipericina.

  • A inibição da MAO pela fração de flavonóides no extrato de Hypericum (39%) estruturalmente semelhante aos inibidores da MAO.

  • Supressão da libertação de interleucina 6 (IL6), uma substância relacionada com a depressão, uma vez que esta modula a libertação de cortisol.

  • Inibição da recaptação de serotonina, norepinefrina, dopamina e ácido gama-aminobutírico (GABA), pela hiperforina.

  • A inibição da enzima catecol-O-metiltransferase [1].

A hiperforina tem a capacidade de inibição da recaptação de neurotransmissores, como a serotonina (5-HT) e noradrenalina (NE), sendo esta dependente da dose. Estudos descrevem discordâncias entre os valores de IC50, indicando que este composto presente no extrato de hipericão não é o único responsável pelos efeitos observados. Esta inibição parece estar associada a um aumento das concentrações de sódio livre intracelular, e que este aumento pode ser secundário à ativação do trocador Na+/H+, devido a uma diminuição do pH intracelular. Estudos recentes indicam que a hiperforina pode ainda influenciar os mecanismos dependentes da calmodulinam [DM1] modulando canais iónicos dependentes de ligandos que por sua vez estão envolvidos na libertação do neurotransmissor [2,3].

 

​A inibição da monoamina oxidase (MAO) é um dos principais mecanismos de ação antidepressiva do extrato de hipericão. Segundo estudos realizados, concentrações baixas de hipericina, na ordem dos micromolares, podem inibir irreversivelmente a atividade in vitro da MAO-A e MAO-B [2,3].

Figura 1: Mecanismo de ação antidepressivo

[1] Russo, E., Scicchitano, F., Whalley, B. J., Mazzitello, C., Ciriaco, M., Esposito, S., ... & Mammì, M. (2014). Hypericum perforatum: pharmacokinetic, mechanism of action, tolerability, and clinical drug–drug interactions. Phytotherapy research, 28(5), 643-655.

[2] Butterweck V, Schmidt M (2007) St. John’s wort: role of active compounds for its mechanism of action and efficacy. Wien Med Wochenschr 157:356–361. 

[3] Barnes J, Anderson L a, Phillipson JD (2001) St John’s wort (Hypericum perforatum L.): a review of its chemistry, pharmacology and clinical properties. J Pharm Pharmacol 53:583–600

 

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